Esterilizar é a melhor opção. Isto ajuda a evitar que haja mais animais abandonados. A cada ano, centenas de bebés indesejados são abandonados nas ruas, a maioria morre antes de completar um ano.
Mesmo que esteja convicto de que não abandonaria uma ninhada, pense da mesma forma porque não há casas disponíveis para todos os animais, não é fácil conseguir um lar para todos os bebés e nunca vai ter garantias de que serão bem tratados.
Além disso, a esterilização traz benefícios para ele e também para si. Os animais castrados são mais calmos, meigos e as hipóteses de fuga serão muito menores. A esterilização/castração deve ser feita nas fêmeas após o primeiro cio, a esterilização é necessária, dar a pílula ou deixar a gata ter cios contínuos é extremamente prejudicial para a saúde dela, o uso continuo da pílula pode mesmo ser fatal. A esterilização/castração deve ser feita nos machos aos 8-12 meses, antes da maturidade sexual deste, para que ele não ganhe hábitos de marcação de território, próprios dos machos “inteiros”. Atenção que a castração não é uma solução certa para problemas de marcação território e um gato castrado depois de adulto é muito mais territorial e pode adquirir o hábito de se masturbar devido à sua frustração sexual.
As estatísticas mostram que a expectativa de vida dos gatos esterilizados é duas vezes maior do que dos gatos não esterilizados, muito mais expostas a combates violentos e a acidentes.
O único inconveniente da esterilização é a possível obesidade que o gato pode atingir devido ao aumento de apetite, recomenda-se neste caso a mudança para comida light. No entanto depende muito do gato/gata, nem todos os gatos castrados se tornam gordos ou mesmo obesos.
